Requisitos para uma emulação efetiva
Last updated: April 23, 2026
Para obter resultados precisos e relevantes nas threat emulations, é fundamental configurar corretamente o acesso, o contexto e as informações do ativo. Uma boa configuração inicial não apenas melhora a qualidade do testing, mas também permite detectar vulnerabilidades mais profundas e reduzir ruído.
Quando o ativo conta com as informações adequadas, os agentes podem operar com maior contexto, alcançando melhor cobertura, priorização mais precisa e achados mais acionáveis.
Acesso e permissões necessárias
Para que as emulações sejam executadas sem interferências, é importante garantir o acesso correto ao ativo.
Whitelisting de IPs
É necessário permitir as IPs da Strike dentro dos controles de segurança (WAF, IDS, rate limiting, etc.).
IPs para whitelistear:
52.4.41.179/32
3.217.45.182/32
18.210.150.0/32
3.91.124.199/32
👉 Essas IPs devem ser habilitadas antes de iniciar o testing.
Isso permite:
Evitar bloqueios durante os testes
Simular ataques reais sem interrupções
Reduzir falsos negativos
Sem essa configuração:
⚠ Os testes podem ser bloqueados.
⚠ A cobertura é afetada.
⚠ Os resultados podem não refletir o risco real.
👉 O whitelisting é fundamental para garantir a qualidade e a precisão do testing.
Autenticação
Se o ativo requer login ou acesso restrito, é recomendável configurar métodos de autenticação.
Tipos suportados:
Usuário e senha
Tokens / API keys
Headers personalizados
💡 Sem autenticação, o testing se limita apenas às superfícies públicas do ativo.
Acesso a ambientes privados
Se o ativo não é público, pode-se configurar o acesso por meio de:
VPN
Redes privadas
Configurações específicas de acesso
Isso permite estender o testing a ambientes internos ou protegidos.
Se o ativo não é público, é necessário configurar o acesso por meio de VPN.
Atualmente, a Strike suporta apenas os seguintes protocolos:
OpenVPN
WireGuard
👉 Outros métodos de acesso podem ser avaliados em casos muito pontuais.
Isso permite estender o testing a ambientes internos ou protegidos.
Contexto e documentação
O contexto é um dos fatores mais importantes para melhorar a qualidade das emulações.
Asset context
Descrever o funcionamento do ativo ajuda a focar melhor os testes:
O que o sistema faz
Fluxos críticos
Dados sensíveis
Lógica de negócio relevante
💡 Quanto mais contexto for fornecido, mais relevantes serão os cenários de ataque simulados.
Documentação técnica
É fundamental anexar documentação técnica durante a criação do ativo. Sem essa informação, a cobertura do testing é significativamente limitada, as rotas de ataque que podem ser analisadas são reduzidas e os resultados podem ser incompletos ou de menor qualidade. A qualidade das threat emulations depende diretamente do nível de contexto disponível.
Tipos suportados:
Swagger / OpenAPI
Postman collections
Diagramas de arquitetura ou fluxos
Isso permite:
Identificar rotas de ataque mais complexas
Melhorar a cobertura do testing
Reduzir falsos positivos
Configuração do testing
A plataforma permite ajustar como e quando as emulações são executadas.
Restrições de execução
É possível definir condições para adaptar o testing ao ambiente:
Rate limit (quantidade de requisições por minuto)
Janelas de horário em que não devem ser executados testes
Exclusão de certos tipos de testes
Exemplos de exclusões:
Ataques de negação de serviço (DoS)
Força bruta agressiva
Testes destrutivos
Isso é especialmente útil em ambientes produtivos.
Boas práticas
Para maximizar o valor do testing:
✔ Fornecer contexto claro e atualizado do ativo ✔ Adicionar documentação técnica quando disponível ✔ Configurar autenticação para ampliar a cobertura ✔ Revisar restrições de acordo com o ambiente
O que evitar
Para manter a qualidade e a segurança do processo:
✖ Subir logs sem contexto ✖ Incluir documentação irrelevante ou desatualizada ✖ Compartilhar credenciais sensíveis em arquivos ✖ Adicionar informações que não contribuam ao testing
Uma configuração inicial correta permite que as threat emulations sejam mais precisas, relevantes e alinhadas com o risco real do negócio.
📄 Artículo 3: Cómo funciona el agente de Strike
🇬🇧 English — How the Strike agent works
The Strike agent is the core component that executes threat emulations on assets, combining artificial intelligence with an architecture designed to simulate the behavior of a real attacker.
Its design allows systems to be evaluated continuously, automatically, and in a controlled way, maintaining accuracy, speed, and security in every execution.
Agent architecture
The agent operates under a multi-agent architecture organized in a model of planning, orchestration, and execution.
It is composed of three main layers:
Planner (planning) Analyzes the asset's context, defines the strategy, and breaks down testing into specific tasks.
Manager / Supervisor (orchestration) Coordinates the execution of multiple tests in parallel and ensures the overall objective is met.
Specialized agents (execution) Execute specific techniques based on the type of vulnerability.
👉 This allows running complex evaluations faster and more completely than traditional approaches.
How tests are executed
The agent:
Simulates real attack paths
Executes multiple tests in parallel
Adapts to the asset's context
Prioritizes based on dependencies and complexity
👉 This helps detect both technical and business-logic vulnerabilities.
Human validation of results
Although execution is automated, results go through a layer of expert validation.
The Hacking Governance team:
Confirms vulnerabilities
Eliminates false positives
Reproduces findings
Evaluates real impact
👉 This guarantees results are accurate and actionable.
Operational controls and security
The agent is designed to operate safely in production environments.
It includes:
Execution within limits defined by the client
Exclusion of destructive actions
Real-time monitoring
Immediate stop mechanism (kill switch)
Automatic stop in case of anomalous behavior
👉 This allows continuous testing without affecting operations.
Infrastructure and execution
The agent runs on cloud infrastructure (AWS), guaranteeing:
Isolation between clients
Independent execution environments
Automatic environment removal upon completion
Access control and full traceability
👉 Each execution is independent and does not share state with others.
Testing scope
The agent mainly evaluates:
Web applications (public and private)
APIs and backend services
Exposed business logic
It can operate on private environments through:
VPN
Whitelisting
👉 This allows covering both public and internal surfaces.
The Strike agent combines automation, parallel execution, and expert validation to deliver continuous, accurate testing aligned with the real business risk.
🇧🇷 Português (Brasil) — Como funciona o agente da Strike
O agente da Strike é o componente central que executa as threat emulations sobre os ativos, combinando inteligência artificial com uma arquitetura desenhada para simular o comportamento de um atacante real.
Seu design permite avaliar sistemas de forma contínua, automatizada e controlada, mantendo precisão, velocidade e segurança em cada execução.
Arquitetura do agente
O agente funciona sob uma arquitetura multiagente organizada em um modelo de planejamento, orquestração e execução.
É composta por três camadas principais:
Planner (planejamento) Analisa o contexto do ativo, define a estratégia e decompõe o testing em tarefas específicas.
Manager / Supervisor (orquestração) Coordena a execução de múltiplos testes em paralelo e assegura o cumprimento do objetivo global.
Agentes especializados (execução) Executam técnicas específicas conforme o tipo de vulnerabilidade.
👉 Isso permite executar avaliações complexas de forma mais rápida e completa do que as abordagens tradicionais.
Como os testes são executados
O agente:
Simula rotas de ataque reais
Executa múltiplos testes em paralelo
Adapta-se ao contexto do ativo
Prioriza de acordo com dependências e complexidade
👉 Isso permite detectar vulnerabilidades tanto técnicas quanto de lógica de negócio.
Validação humana dos resultados
Embora a execução seja automatizada, os resultados passam por uma camada de validação especializada.
A equipe de Hacking Governance:
Confirma vulnerabilidades
Elimina falsos positivos
Reproduz achados
Avalia o impacto real
👉 Isso garante que os resultados sejam precisos e acionáveis.
Controles e segurança operacional
O agente foi desenhado para operar de forma segura em ambientes produtivos.
Inclui:
Execução dentro de limites definidos pelo cliente
Exclusão de ações destrutivas
Monitoramento em tempo real
Mecanismo de interrupção imediata (kill switch)
Parada automática diante de comportamentos anômalos
👉 Isso permite executar testing contínuo sem afetar a operação.
Infraestrutura e execução
O agente é executado sobre infraestrutura em nuvem (AWS), garantindo:
Isolamento entre clientes
Ambientes de execução independentes
Eliminação automática dos ambientes ao finalizar
Controle de acessos e rastreabilidade completa
👉 Cada execução é independente e não compartilha estado com outras.
Alcance do testing
O agente avalia principalmente:
Aplicações web (públicas e privadas)
APIs e serviços backend
Lógica de negócio exposta
Pode operar sobre ambientes privados por meio de:
VPN
Whitelisting
👉 Isso permite cobrir tanto superfícies públicas quanto internas.
O agente da Strike combina automação, execução paralela e validação especializada para oferecer um testing contínuo, preciso e alinhado ao risco real do negócio.