Como configurar uma Change-based Threat Emulation

Last updated: October 20, 2026

Uma Change-based Threat Emulation é uma Threat Emulation do tipo Change-based: é executada automaticamente quando há mudanças nos repositórios que você escolher. Ela ajuda a reduzir o tempo entre um deploy e a sua validação, para que nenhuma mudança relevante fique sem revisão até a próxima execução recorrente.

Como funciona

Quando você configura uma Change-based Threat Emulation, a Strike escuta os eventos dos repositórios que você selecionou. Cada vez que o trigger escolhido é atendido, uma execução é gerada: o agente de IA da Strike testa os assets da Threat Emulation, com foco nas mudanças incluídas.

  • Automática: é executada sozinha, você não precisa iniciá-la a cada vez.

  • Focada nas mudanças: cada execução se concentra no pull request ou release que a disparou.

  • Configurável: você escolhe se ela é executada a cada pull request ou a cada release.

Os repositórios definem quais mudanças disparam uma execução, mas não modificam o escopo da Threat Emulation: a execução é feita sobre os assets que você incluiu na etapa Scoping.

A Strike não acessa o conteúdo do seu código. A integração com o GitHub tem permissões somente leitura sobre os metadados dos repositórios e dos pull requests, e recebe os eventos por webhooks. Ela não pode modificar os seus repositórios.

Opções de trigger

Opção

Quando é executada

Per pull request

Cada vez que é feito o merge de um pull request na branch principal.

Per release

Cada vez que um novo release é publicado.

Antes de começar

  • Ter o papel de Owner ou Operator na organização da Strike.

  • Ter acesso de admin à organização do GitHub onde está o seu código, caso você ainda não tenha conectado o GitHub na Strike.

Como configurá-la

  1. Crie uma Threat Emulation e defina o escopo dela. Para mais detalhes, consulte Como criar uma Threat Emulation.

  2. Na etapa Test configuration, escolha Change-based.

  3. Se o GitHub ainda não estiver conectado, clique em Connect GitHub e depois em Continue with GitHub. No GitHub, dê acesso a todos os repositórios de que a Strike possa precisar. A conexão é feita uma única vez, no nível da organização.

  4. Selecione os repositórios que você quer monitorar.

  5. Em Test trigger, escolha Per pull request ou Per release.

  6. Opcional: preencha Additional information com detalhes importantes sobre o seu escopo.

  7. Clique em Confirm & enable.

A partir desse momento, a Threat Emulation fica escutando as mudanças nos repositórios selecionados.

[PLACEHOLDER DE IMAGEM: etapa Test configuration com Change-based]

Créditos

Cada execução Change-based consome um valor fixo de créditos, que é o mesmo para pull requests e releases. Não depende do tamanho da mudança. Ao configurá-la, a plataforma mostra esse valor por execução.

O consumo total depende de quantos pull requests ou releases forem gerados nos seus repositórios. Os créditos saem do mesmo plano que o restante das suas Threat Emulations.

Se o seu plano ficar sem créditos, as execuções são pausadas até que você adicione créditos. Para adicionar créditos, entre em contato com o seu Customer Success Manager.

Para mais detalhes, consulte Créditos: o que são e como são consumidos.

Perguntas frequentes

Preciso envolver a equipe de desenvolvimento para configurá-la?

Não necessariamente. Se você tem acesso de admin à organização do GitHub, pode concluir toda a configuração por conta própria.

A Strike pode ver ou modificar o meu código?

Não. A integração tem permissões somente leitura sobre metadados de repositórios e pull requests. Ela não acessa o conteúdo do código nem pode modificá-lo.

Preciso conectar o GitHub toda vez que crio uma Threat Emulation?

Não. A conexão é feita uma única vez, no nível da organização. Em cada Threat Emulation você só escolhe quais repositórios monitorar.

Posso monitorar vários repositórios em uma mesma Threat Emulation?

Sim. Você pode selecionar todos os repositórios que forem pertinentes.

Um pull request grande consome mais créditos do que um pequeno?

Não. Cada execução consome o mesmo valor fixo, independentemente do tamanho da mudança.

Posso escolher a profundidade ou definir restrições?

Não. Em uma Change-based Threat Emulation você só escolhe os repositórios, o trigger e, se quiser, informações adicionais.

A integração é somente com o GitHub?

Por enquanto, sim. Se você usa outra ferramenta, como GitLab ou Jenkins, entre em contato com o seu Customer Success Manager para que possamos incluir o seu caso na priorização.